PROGRAMAÇÃO IDA 10/02/2017
- Ônibus azul - 06h00 - chegada 07h10
- Voo - saída viracopos 08h20 - previão de chegada no Galeão 09h35 Valor passagem - Aprox. R$ 230,00 ida e volta
Pontos turísticos que pretendemos conhecer:
Prato que tínhamos de experimentar:
- Biscoito de Polvilho Globo
- Bolinho de feijoada! Vimos este prato no site do Terra Brasilis e chamou atenção da nossa amiga Gi. Por isso, decidimos que teremos de comer, sem falta!!
- Galeto - prato típico de muitos restaurantes do RJ.
DIA 10/02/2017 - sexta-feira
Conforme a programação, partimos bem cedo e às 07h00 já estávamos no aeroporto de Viracopos, em Campinas.
Após o check in, aproveitamos para tomar um Mocha, no Starbucks.
Seguimos para a sala de espera e arrumamos um lugar bem legal para aguardar nosso voo.
A hora passou rapidamente e embarcando rumo ao RJ.
Após aproximadamente 45 minutos de voo tranquilo, chegamos ao aeroporto do Galeão. De acordo com algumas pesquisas, descobrimos que era possível ir a copacabana num ônibus conhecido como 'Frescão'. O mesmo localiza-se na saída C e está disponível para vários destinos. O custo foi de R$ 16,00 por pessoa e a viagem é de aproximadamente 1h00.
Descemos na Av. Atlântica, em frente ao Copacabana Palace Hotel.
Seguimos até a loja onde a minha querida amiga Márcia trabalha, para deixarmos nossas mochilas. Dali, seguimos caminhando pela orla até a praia do Leme, localizada do lado esquerdo da praia de Copacabana. Aproveitamos para comprar o biscoito de polvilho mais famoso do Rio: O Globo. Filipe e Gi ainda não conheciam e amaram! Filipe curtiu mais o doce enquanto Gi e eu ficamos com o salgado.
Praia do Leme - apesar de ser continuação da praia de
Copacabana, é uma parte da praia mais tranquila, pois o bairro do
Leme é mais pacato e menos conhecido. O seu mar é mais
calmo e junto ao morro do Leme, no final da praia, existem muitos pescadores que
aproveitam o recanto para sua pescaria, num local conhecido como Caminho dos Pescadores. Ali tem o Mirante do Leme, que conta com uma bela vista de toda a
praia. Existem também quiosques com diversas opções de petiscos e bebidas geladas. Em cima do
morro está o Forte do Leme. Seu mar esverdeado e translúcido nos convida
a nadar.
Recentemente, o local ganhou uma escultura da escritora Clarisse Lispector, e seu cãozinho Ulisses, uma moradora do bairro durante 12 anos.
O local é realmente muito bonito! Vale a pena passar um período por aqui.
Infelizmente me esqueci da existência do forte, na parte de cima do morro. Seguimos para o calçadão e caminhamos de volta para a loja, onde minha amiga trabalha.
Ao fundo a pedra da Gávea.
Almoçamos na Rua Barata Ribeiro, no restaurante Galeto Sat's. Um prato muito comum aqui no RJ é arroz com brócolis e galeto. Por isso, sugeri que comêssemos exatamente isso!
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Rua Barata Ribeiro, 7D |
Perguntamos sobre o bolinho de feijoada mas, infelizmente, não tinha. Apesar disso, nos deliciamos com o famoso prato da casa. Gi e Fi amaram! Gastamos aproximadamente R$ 33,00 por pessoa.
Após o almoço, fomos desbravar alguns pontos turísticos! Escolhemos iniciar por um dos mais famosos cartão postal:
Pão de Açúcar - um complexo de morros localizado no bairro da Urca composto pelo morro do Pão de Açúcar (que dá nome ao complexo), morro da Urca e morro da Babilônia. Junto com a estátua do Cristo Redentor, é o maior cartão postal da cidade do Rio de Janeiro e um dos mais famosos do Brasil. Margeado pelas águas da baía de Guanabara, constitui-se em uma referência turística internacional para a cidade.
R$ 76,00 (Hor. 08h30 as 19h30)
Após o almoço, fomos desbravar alguns pontos turísticos! Escolhemos iniciar por um dos mais famosos cartão postal:
Pão de Açúcar - um complexo de morros localizado no bairro da Urca composto pelo morro do Pão de Açúcar (que dá nome ao complexo), morro da Urca e morro da Babilônia. Junto com a estátua do Cristo Redentor, é o maior cartão postal da cidade do Rio de Janeiro e um dos mais famosos do Brasil. Margeado pelas águas da baía de Guanabara, constitui-se em uma referência turística internacional para a cidade.
R$ 76,00 (Hor. 08h30 as 19h30)
Seguimos para o passeio no Pão de açúcar. Por sorte, quando chegamos, não havia fila.
Atrações: Há um passeio de teleférico, interligando a Praia Vermelha, o Morro da Urca e o Pão de Açúcar.
Conhecido como Bondinho do Pão de Açúcar, o
teleférico foi idealizado em 1908 e inaugurado em 1912, tornando-se o primeiro teleférico instalado no país e o terceiro do mundo. Nesses mais de
noventa anos de existência, já transportou mais de trinta milhões de pessoas.
Na última estação do bondinho tem-se a vista panorâmica das cidades do Rio de Janeiro e de Niterói.
São três bondinhos para subir até o Morro do Pão de açúcar.
O local é rico em espécies de plantas rupícolas, estando presente em suas faces diversas espécies endêmicas de bromélias e orquídeas. A face sul é especialmente rica, praticamente toda tomada por um "tapete vegetal", contrastando enormemente com a face norte que apresenta pouca vegetação em suas vertentes. É circundado por um resquício de Mata Atlântica.
O último bondinho:
Em seu topo localiza-se a última estação do tefelérico. O seu nome é explicado por alguns autores pela semelhança aos blocos cônicos formados pelo açúcar na fase da purga em sua fabricação, à época colonial.
O Morro do Pão de Açúcar, o mais alto do complexo, é constituído por um bloco único de gnaisse-granito com mais de seiscentos milhões de anos de idade. Surgiu da separação entre os continentes sul americano e o africano e que sofreu alterações por pressão e temperatura. Eleva-se a 395 metros acima do nível do mar.
A vista da Baia de Guanabara e Copacabana.
A vista de Niterói.
Após a subida e apreciação, iniciamos o processo da descida.
Aproveitamos para fazer alguns registros dos antigos teleféricos.
Após o maravilhoso passeio, seguimos de Uber até Palácio do Catete. Infelizmente, quando chegamos no local já passava das 17 horas e estava fechado. Por isso, aproveitando que estávamos bem próximos ao metrô e seguimos atá a Praça Mauá.
Ali localiza-se o Museu do Amanhã, construção projetada pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, um grande admirador do arquiteto Oscar Niemeyer.
Museu do Amanhã - um museu construído na zona portuária (mais precisamente no Pier Mauá). A construção teve o apoio da Fundação Roberto Marinho e teve o custo total de
cerca de 230 milhões de reais. O edifício foi inaugurado
em 17 de dezembro de 2015. A proposta da instituição é ser um museu de artes e ciências,
além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social. O
edifício conta com espinhas solares que se movem ao longo da claraboia,
projetada para adaptar-se às mudanças das condições ambientais. O museu tem parcerias com importantes universidades
brasileiras, instituições científicas globais e coleta de dados em tempo real
sobre o clima e a população de agências espaciais e das Nações Unidas. A instituição também tem consultores
de várias áreas, como astronautas, cientistas sociais e climatologistas.
Ingresso - R$ 20,00
Ingresso - R$ 20,00
Endereço - Praça Mauá, 1 - Centro
(A estação de metrô mais próxima é a Uruguaiana)
Terça a Domingo, das 10h às 18h (com a última entrada às 17h / entrada de hora em hora)(A estação de metrô mais próxima é a Uruguaiana)
O museu é realmente belo, mas também foi visto apenas por fora, já que passava da hora de visitação.
Ventava muito! Perdemos o chapéu algumas vezes... Filipe sempre saia correndo e conseguia pegar. Ríamos muito quando isso acontecia! Aqui, por muito pouco não caiu na água.
Na sequência, seguimos pelo Boulevard Olímpico, margeado pelo porto, mar e os trilhos do VLT.
Nosso objetivo era chegar na maior pintura em mural do mundo!
Painel “Etnias” - A obra chamada de
“A paz entre os povos”, foi encomendada pelo Comitê Olímpico Internacional, Comitê Olímpico Brasileiro e pela prefeitura do Rio para
representar a Olimpíada. O artista paulista Eduardo Kobra foi o responsável pela obra pintada numa parede de 180 metros de largura por 17 metros de altura, num antigo prédio abandonado. Pensando em algo atemporal, Kobra pintou o rosto de
cinco pessoas nativas, uma de cada continente, em alusão aos anéis olímpicos,
que pregam a união entre os povos. Ao todo, o mural tem 2,6 mil metros quadrados e já é considerado o maior do mundo, pintado por um único artista. A obra brasileira
foi pintada em 40 dias e teve a colaboração de 12 assistentes.
É realmente emocionante conferir de perto a obra de Kobra... amo grafites e o dele, em especial, é perfeito!
Na sequência, planejávamos seguir de VLT até o centro da cidade, especificamente, até Cinelândia, ponto final.
Seria uma forma de experimentar o famoso transporte de alta tecnologia, que recentemente foi instalado. Mas, após fazermos umas contas, concluímos que ficaria muito mais caro que ir de Uber. Por isso, solicitamos pelo aplicativo e aguardamos em uma rua paralela a Boulevard. Já havíamos caminhado muito, por isso, estávamos cansados... olha a Gi aguardando o Uber chegar.
Solicitamos que nos deixasse nos Arcos da Lapa.
Aqui, novamente Filipe tem que fazer a corrida em prol do meu chapéu...
Aqueduto da Lapa ou Arcos da Lapa - localizado na região
da Lapa,
no Centro da cidade do Rio
de Janeiro, é considerado a obra arquitetônica de
maior porte empreendida no Brasil, durante o período colonial. É um dos cartões postais da
cidade, símbolo mais representativo do Rio Antigo preservado na região boêmia
da Lapa. Sua estrutura em pedra argamassa apresentava originalmente 270m de comprimento por 17,6m de altura. Construída em estilo românico, caiada, possui 42 arcos duplos e óculo na parte superior. Em sua construção foi empregada a mão de obra de escravos indígenas e africanos.Os estudos para a construção iniciaram-se em 1602 e foi concluído apenas em 1750, com águas que brotaram em um chafariz de mármore, aos
pés do Convento de Santo Antônio. Conservados em nossos dias pelo poder público, os antigos
arcos coloniais servem de pano de fundo para diversos eventos, como as
festividades da Semana Santa e
o tradicional Auto de Natal da
cidade.
Nossa amiga Gi ama fazer viagens de conhecimento mas ela tem uma necessidade a mais: fazer passeios gastronômicos! Por aqui, ela desejava comer uma tal 'empada aberta'. Procuramos em vários lugares mas, infelizmente, não encontramos. Também perguntamos pelo tal bolinho de feijoada e algumas pessoas faziam cara de nunca ter ouvido falar sobre eles... Por isso, acabamos comendo um salgado simples em um dos botecos por ali. Gastamos uns R$ 10,00 por pessoa.
Após nossa pequena refeição, consultei em minhas anotações e vimos um lugar próximo, que desejava conhecer:
Escadaria
Selarón - uma obra arquitetônica localizada a apenas 5 minutos a pé, a partir dos Arcos da Lapa. Fica entre os bairros de Santa Teresa e Lapa. Decorada pelo artista chileno Jorge Selarón, que declarou-se como uma "homenagem ao povo brasileiro".
Amei conhecer a história e a obra de Jorge Selaron... gosto de pessoas com personalidade forte, ideais e foco!
Há uma pintura na rua que leva a escadaria que me chamou muito atenção. Retrata o bairro boêmio da Lapa! Fiquei simplesmente encantada os detalhes, as cores... paramos para registrá-la.
Na sequência, seguimos a pé até a Cinelândia. Ali, apreciamos as maravilhosas construções da Câmara Municipal e Teatro. Infelizmente o prédio da Biblioteca Municipal estava sendo restaurado, estando com sua fachada encoberta.
Palácio Pedro Ernesto - foi inaugurado em 1923
para fazer parte de um dos mais importantes conjuntos arquitetônicos da cidade
do Rio de Janeiro. Apesar do projeto ser do arquiteto Heitor
de Mello, que morreu antes de os trabalhos começarem a andar de
forma mais intensa, Archimedes Memória e Francisco Couche desenvolveram
a ideia. De um estilo arquitetônico definido como ecletismo, o
Palácio Pedro Ernesto foi construído entre 1919 e 1923. A inauguração ocorreu
durante a gestão de Carlos Sampaio, prefeito do Rio de Janeiro (que na
época era Distrito Federal) entre 1920 e 1923. O Palácio Pedro Ernesto recebeu o apelido de “Gaiola de
Ouro” do historiador Brasil Gérson, devido ao altíssimo custo de sua
construção: 23 mil contos de réis. Mais de duas vezes o custo da obra do Teatro
Municipal do Rio de Janeiro.
O dia já estava acabando, por isso, decidimos seguir de metrô até Botafogo, onde está localizada a casa de nossa amiga. Tomamos um banho e fomos jantar no supermercado Pão de açúcar, bem perto do apartamento dela. Nos deliciamos com uma pizza que custou aproximadamente R$ 39,00 cada uma!
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DIA 11/02/2017 - sábado
Minha querida amiga Márcia mora nada menos que entre os dois mais famosos pontos turísticos do Rio de Janeiro: Morro do Pão de Açúcar e Cristo Redentor... a janela do quarto onde ficamos hospedados nos dá a seguinte visão:
É impossível não acordar feliz, diante de um cenário como esses... sou extremamente grata a ela, por nos permitir dormir aqui! Fizemos nosso desjejum e partimos para os próximos passeios.
Hoje decidimos ir até a cidade de Petrópolis, para conhecer alguns dos famosos pontos turísticos da cidade. Cogitávamos ir de ônibus, via rodoviária... no entanto, enquanto passeávamos ontem, descobrimos que há várias agências de turismos que vendem pacotes para lá. Aceitamos a sugestão de nossa amiga Márcia, que indicou que fôssemos via pacote, já que os pontos turísticos não ficam muito perto uns dos outros, o que geraria transtornos e gastos adicionais por lá. Fomos por meio da empresa VVtur.
Pacote para Petrópolis (R$ 110,00)
Av. Prado Junior, 48 Lj. A, Copacabana - Rio de Janeiro - RJ
http://www.vvtur.com/servico/petropolis
Av. Prado Junior, 48 Lj. A, Copacabana - Rio de Janeiro - RJ
http://www.vvtur.com/servico/petropolis
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http://www.vvtur.com/servico/petropolis |
Embarcamos numa van as 09h00, em frente a agência. Fomos os últimos a embarcar, por isso, os bancos vagos eram os do fundo. Sentamos lá e iniciamos a nossa viagem!
Já tinha ouvido falar muito bem sobre a Casa do Alemão, uma conveniência localizada na rodovia que leva até Petrópolis, famosa pelo pão com linguiça.
Casa do Alemão - A tradição começou em 1945, com a abertura de uma fábrica
especializada em biscoitos amanteigados. Posteriormente, com a
entrada do casal europeu Kern, introduziu-se os produtos de salsicharia e de
confeitaria, a empresa cresceu e se transformou definitivamente na Casa do
Alemão. O segredo de tanto sucesso é a fabricação própria,
artesanal e com ingredientes rigorosamente selecionados. Além dos já conhecidos croquetes e pão com linguiça, outras
delícias caíram de vez no gosto dos clientes: os diversos sanduíches, as
variadas porções, os saborosos combinados e finalmente os tão apreciados doces
e biscoitos amanteigados.
Experimentamos o famoso pão com linguiça, que é mesmo delicioso! O custo não é nenhum absurdo... acho que gastei uns R$ 30,00 para Filipe e eu comermos.
A viagem até Petrópolis foi tranquila! Tinha medo que estivesse muito frio mas o clima estava agradável, na casa dos 25 graus. A melhor parte da viagem foi nosso guia que acreditava falar espanhol. Ele explicava tudo duas vezes, já que haviam argentinos em nosso grupo. Mas, ele jogava nas palavras um 'oitoxentos' e cria ser suficiente para a compreensão dos pobres estrangeiros... Giselle e eu ríamos como duas doidas desvairadas... cheguei a pensar propôr que ele só falasse em 'espanhol', já que éramos obrigados ouvir tudo duas vezes e entendíamos perfeitamente a 'língua' latina.
Bom, chegamos! Na entrada da cidade, paramos no famoso Palácio Quitandinha:
O Palácio ou Hotel Quitandinha é um palácio brasileiro,
localizado no bairro Quitandinha em Petrópolis. Foi construído a
partir de 1941 pelo empreendedor mineiro Joaquim Rolla, para ser o maior
cassino hotel da América do Sul. Em 2007, a parte administrativa do prédio - incluindo os
diversos salões e áreas de lazer, com exceção dos apartamentos, que pertencem a
particulares – foram adquiridos pelo SESC Rio, que passou a promover
atrações culturais no local. A ideia era valorizar o espaço histórico-cultural,
que por muito tempo ficou fechado.
Infelizmente, informação que ficou confusa e gerou até certa irritação em muitos dos nossos 'companheiros' de viagem, a entrada no palácio não estava inclusa. Por isso, avistamos apenas a fachada do local o que, do meu ponto de vista, já fez valer a pena!
Na sequência, fomos até a loja Chocolates Patrone. Experimentei o chocolate, mas sinceramente não vi nada de especial... fomos avisados pelo guia que o atendimento era lento, visto ser poucos funcionários para o volume de pessoas. Acabei ficando meio impaciente e desisti de comprar...
Na sequência, seguimos para o 'maior centro comercial' a céu aberto. Bom... ainda não sabemos o que o guia quis dizer com isso, pois o local em questão, a Rua Teresa, era apenas uma rua normal com algum comércio... rimos novamente da infeliz observação, mas tudo era festa!
Gi e eu compramos uma blusinha de bike, em uma das lojinhas. Aliás, fato cômico, conseguimos escolher sem querer exatamente a mesma camiseta. Seguimos a pé até os outros pontos turísticos da cidade. Infelizmente, nos perdemos um pouco, visto termos escolhido descer pela rua errada... após uns 30 minutos caminhando por lugares estranhos, voltamos ao centro.
Combinamos de encontrar o guia 'bilíngue' no Museu Imperial. Este passeio já estava incluso no pacote mas, caso tiver interesse, funciona assim:
R$ 10,00 (palácio 10,00 + som e luz 20,00 + sarau 14,00)
(Hor. das 11h as 18h - última entrada 17h30)
Rua da Imperatriz, 220 - Centro - PetrópolisDe ônibus: saltar na Rodoviária de Petrópolis. Lá chegando, você poderá tomar um táxi até o Museu, um ônibus até o Centro (o terminal urbano fica dentro da própria Rodoviária)
http://www.museuimperial.gov.br/informacoes-importantes
Museu Imperial - A mando de D. Pedro, foi construído o belo prédio neoclássico, onde funciona atualmente o Museu Imperial. A obra teve início em 1.845 e foi concluída em 1.862. Para dar início à construção, D. Pedro II assinou um decreto em 16 de março de 1.843, criando Petrópolis. Uma grande leva de imigrantes europeus, principalmente alemães, sob o comando do engenheiro e superintendente da Fazenda Imperial, major Julius Friedrich Koeler, foi incumbida de levantar a cidade, construir o palácio e colonizar a região.
O palácio é grande e imponente! Na entrada há uma árvore genealógica da Família Imperial:
O palácio é grande e imponente! Na entrada há uma árvore genealógica da Família Imperial:
Também é possível fazer uma 'foto' com a família real:
Ao entrarmos, recebemos uns chinelos super-escorregadios tipo 'pantufas' e temos de deixar nossas bolsas num guarda volumes. Também fomos orientados a não fazer fotos... mas, a carne é fraca né...
Quase fui expulsa pelo grave delito, mas fui perdoada na sequência. Rimos muito com o Filipe que, ao ver Giselle e eu recebendo uma sacolinha plástica na entrada, esticou a mão para também receber. A moça que entregava respondeu a ele: 'É só para as mulheres, senhor!' A resposta dele foi o máximo: 'Mas, e se me der vontade de vomitar?' Ela respirou fundo e nem respondeu... chorei de tanto rir... aliado a isso, tínhamos que ouvir as explicações do guia 'bilíngue'... era 'oitoxentos daqui, seixentos de lá'... em um dado momento, ele explicava sobre o 'Dibujo de D. João VI'.
Filipe olhou atentamente para o quadro e disse: Mas aquilo ali não é um burro... é um cavalo, não é??? Giselle e eu quase nos mijamos de tanto rir... 'Dibujo' (pronúncia Dburro) significava desenho em espanhol, ou seja, não era do animal que ele falava... depois disso, precisamos ficar longe uma da outra ou seríamos realmente expulsas do recinto. O palácio é lindo! Vale muito a pena conferir.
Aproveitamos um tempo que tivemos de 'folga', para fazer umas fotos no lado externo do palácio.
Tem bastante macacos da espécie mico ali. Consegui fazer algumas fotos.
Nosso querido guia nos levou a um restaurante, que deve ser o melhor de Petrópolis! Infelizmente não guardei o nome... mas lembro-me que custava uma bagatela de R$ 40,00 por pessoa (fora bebidas e 10%)... um pouco caro, para pobres mochileiros como nós. Por isso, decidimos voltar ao centro caminhando e encontrar uma opção um pouco mais econômica. Fomos surpreendidos positivamente com a Feira de Cervejas Artesanais, rolando na praça central.
Trata-se de uma feira que acontece uma vez por mês, em um sábado. Ali, degustamos chopp artesanal e um prato alemão espetacular! Gastamos R$ 65,00 para nós três comermos... um pouco mais barato que a primeira opção...
Após o almoço, seguimos até o restaurante para encontrar nosso grupo. Dali, seguimos para a Catedral de São Pedro de Alcântara, onde encontra-se o Mausoléu Imperial.
O Mausoléu Imperial é uma pequena capela situada
à direita do adro da Catedral de São Pedro de Alcântara, na cidade de Petrópolis,
no estado do Rio de Janeiro, Brasil. Abriga os restos
mortais:
- D. Pedro II, imperador do Brasil,
- D. Teresa Cristina Maria de Bourbon, imperatriz esposa do D. Pedro II
- D. Isabel de Bragança, princesa imperial do Brasil, filha de D. Pedro II
- D. Gastão de Orléans, conde d'Eu, príncipe imperial consorte do Brasil, marido da Princesa Isabel
- Príncipe Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança, neto de D. Pedro II
- Princesa Elisabeth Maria Adelaide Dobrzensky de Dobrzenicz, esposa de Pedro.
Os restos dos imperadores chegaram em 1939, quando a
construção do mausoléu foi concluída. Foram repatriados do panteão da Igreja
de São Vicente de Fora em 1925, de Portugal, durante as comemorações
do centenário de nascimento de D. Pedro II. Já os restos de D. Isabel e do conde d'Eu foram lá
inumados na década de 1950, repatriados do cemitério da comuna
francesa de Eu. Os últimos restos a serem guardados foram os dos
netos dos imperadores, trasladados do cemitério municipal da cidade em 1990.
Em estilo neogótico, que acompanha o do templo onde se encontra, o Mausoléu Imperial é adornado com pinturas murais representando a coroação de D. Pedro II e sua partida para o exílio, por ocasião da proclamação da República do Brasil, em 15 de novembro de 1889. Os vitrais trazem as armas imperiais e figuras de santos católicos ligados à família imperial brasileira. Destaque para o trabalho escultórico das tumbas, em mármore branco. O Mausoléu Imperial é uma das atrações turísticas mais populares da cidade de Petrópolis.
A história do Imperador é interessante... era um homem culto e visionário. O pouco de estrada férrea que temos em nosso país devemos a ele. Infelizmente, tiraram ele do poder antes que pudesse interligar todo o país, um de seus sonhos. Depois dele, este desejo não saiu do papel.
Saindo daqui, seguimos para o Museu Santos Dumont. No caminho, passamos em frente a Universidade da cidade e decidimos registrar uma fotografia do relógio de flores.
Quase em frente ao museu há uma réplica do avião 14 Bis.
A casa de Santos Dumont, atual museu, projetada por ele.
Museu Casa de Santos Dumont - mais conhecida como A
Encantada, está situado no município de Petrópolis. Trata-se de uma pitoresca residência incrustada em uma localidade íngreme na cidade. Santos
Dumont recebeu o convite de veranear em Petrópolis da Princesa Isabel, na
época áurea das temporadas na cidade serrana durante o Império, e ao
aceitar o convite decidiu construir uma casa que atendesse suas necessidades. A rua escolhida é hoje chamada em Petrópolis de Rua do
Encanto, mesmo nome dado à casa do aviador. A casa possui algumas peculiaridades, como uma de suas
últimas invenções que é o chuveiro com água quente, o único do Brasil àquela
época, sendo aquecida a álcool, e também a escada externa onde se pode
somente começar a subir com a perna direita, e a interna que se pode somente
subir com a perna esquerda, e a própria arquitetura da casa onde não é
utilizada divisórias entre os cômodos. A casa possui três andares, além de um observatório, por
sobre o telhado.
Ingresso R$ 8,00 - não estava incluso.
Bem próximo daqui, há o museu de cera que também não estava incluso. De a cordo com o guia, o ingresso custaria em torno de R$ 40,00... acabamos deixando para conhecê-lo numa outra oportunidade.
O último passeio foi ao Palácio de Cristal, com entrada gratuita.
Após o delicioso passeio em Petrópolis, retornamos para o Rio de Janeiro. Tínhamos a intensão de ver o pôr do sol na praia de Ipanema, na pedra do Arpoador. Antes, porém, passamos deixar nossas coisas na casa da Márcia. Infelizmente chegamos alguns minutos após o maravilhoso momento, onde o sol se esconde atrás das pedras... mas, ainda assim, conseguimos fazer umas fotos bonitas!
Compramos de um ambulante 'skol beats' e ficamos por ali, conversando e apreciando o lugar. Foi perfeito... quando descemos, encontramos um senhor com um violão, cantando MPB e Bossa Nova. Paramos próximos a ele e curtimos cantando e dançando. Antes de partir, aproveitando a lua cheia, Flavinho fez umas fotos que ficaram espetaculares!
Voltamos caminhando pela praia de Copacabana até a ponta do Leme. Pelo caminho, aproveitamos para fazer uns registros.
Hoje nossa 'janta' foi uns lanches no bairro de Botafogo. Gastamos aproximadamente R$ 16,00 por pessoa.
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DIA 12/02/2017 - domingo
Acordamos cedo, fizemos nosso desjejum e partimos pedalar. Aqui no Rio de Janeiro, e em outras importantes capitais, há um sistema de aluguel de bike bem interessante, patrocinado pelo banco Itaú. Você faz seu cadastro pelo site (www.movesamba.com.br) paga R$ 10,00 mensal e tem o direito de pedalar por 1 hora. Depois de 1 hora, poderá aguardar 15 minutos e renovar por mais 1 hora ou pagar R$ 5,00 e continuar pedalando, sem renovar. Há várias estações em vários bairros. Ao chegar na frente da estação, você usa um aplicativo no celular para dizer o local que está (nome da estação) e o número da bike que vai querer. A bike é liberada e você pode passear pela orla, ciclovia ou por onde preferir. Decidimos ir de Botafogo até o Palácio do Catete, pelo Aterro do Flamengo.
Acho que o Aterro é um dos lugares mais lindos para pedalar! Atrás, temos a visão do Cristo Redentor e do lado direito o Pão de Açúcar.
Em alguns pontos, o trecho fica bem arborizado e com muitas sombras.
Acho lindas as árvores por aqui chamadas 'Castanhas de Macaco', originárias da Amazônia, com altura de 8 a 15 metros. Ela produz umas flores de aspecto e cor magníficas!
Seguimos pedalando até a Marina da Glória, usufruindo dessa manhã e das melhores visões.
Monumento Estácio de Sá - Mausoléu onde encontra-se os restos mortais do guerreiro fundador da cidade, que foram transferidos após o projeto do Aterro ter destruído a Igreja São Sebastião, local onde estava enterrado, originalmente.
Saindo um pouco das margens do mar, seguimos em direção ao bairro do Catete para visitar o museu.
Palácio do Catete: Sede do poder público por mais de 63 anos. Foi construído entre 1858 e 1867, pelo Barão de Nova Friburgo, Antonio Clemente Pinto. O prédio tornou-se simbolo econômico da elite cafeicultora escravocrata do Brasil. Com a morte do Barão, o palácio foi vendido e durante o mandato do presidente Prudente de Moraes adquirido pelo Governo Federal para sediar a Presidência da República. Em outro post do BLOG, conto detalhadamente algumas das principais histórias daqui (http://kaujak.blogspot.com.br/2014/03/museu-da-republica-palacio-do-catete.html)
R. do Catete, 153 - Catete
http://museudarepublica.museus.gov.br/Ingresso: R$ 10,00
É a terceira vez que volto neste museu. É lindo! Desta vez, tive o privilégio de guiar meu marido e amiga, contando as últimas pesquisas do meu blog. Passamos algumas horas bem divertida, aqui dentro... e o melhor: aos domingo a entrada é gratuita!
Marcinha querida, se colocou a disposição para fazer nosso almoço! Por isso, após a visita ao museu, pegamos um Uber e retornamos para seu apê. O cheiro e sabor estavam maravilhosos! Ficamos horas na mesa, comendo e conversando!
Umas 16 horas saímos passear mas, agora, com Márcia e Flávio de guias! Eles nos levaram a um morro, próximo de Botafogo, onde há uma vista maravilhosa do Pão de Açúcar!
Depois, seguimos em direção ao bairro Cosme Velho. Ali visitamos:
Largo do Boticário: O acesso se dá por um estreito beco - o Beco do Boticário - que passa sobre uma pequena ponte sobre o rio Carioca. O espaço caracteriza-se por sua exuberante vegetação de Mata Atlântica e pelos casarões em estilo neocolonial.
O nome do beco e largo é derivado de Joaquim Luís da Silva
Souto, boticário que tinha seu estabelecimento na antiga rua Direita. O boticário, muito bem
sucedido e que tinha entre seus clientes a família real, comprou terrenos na
zona do Cosme Velho e mudou-se por volta de 1831 ao largo. Em 1846 viveu ali também o
marechal Joaquim Alberto de Souza Silveira, frequentador da corte e padrinho de
nascimento de Machado de Assis.
A definitiva feição do largo começou a ser dada nos anos
1920, quando Edmundo Bittencourt, fundador do jornal Correio da Manhã comprou o terreno e
começou a construir casas em estilo neocolonial. A vaga neocolonial foi
continuada nas décadas de 30 e 40 pelo diplomata e colecionador de arte Rodolfo
da Siqueira, que era arquiteto amador e viveu no largo entre 1928 e 1941, e por Sylvia
de Arruda Botelho Bittencourt e seu marido Paulo, herdeiros do Correio
da Manhã. Algumas destas casas foram reformadas com a participação dos
arquitetos modernistas Lucio Costa e Gregori Warchavchik, utilizando materiais
autênticos da época colonial provenientes de demolições realizadas na cidade.
Na sequência, pegamos a Estrada das Paineiras e seguimos em direção ao Mirante Dona Marta.
Estive aqui, com Marcinha, no ano de 2013. O mirante está há 362 metros de altitude e oferece uma vista espetacular da Baía de Guanabara e Pão de Açúcar.
Na parte de trás é possível apreciar o Cristo e fazer fotos divertidas.
Descendo a escada, de volta ao estacionamento, é possível ir ao outro lado onde há um heliporto. Também tem uma bela vista!
Nosso amigo Flávio, cuja profissão é fotógrafo, fez um pequeno ensaio com agente! Na foto a seguir, se observar, ele colocou no reflexo dos óculos o Morro do Pão de Açúcar e pegou atrás de mim o Cristo Redentor.
Aqui ele emoldurou o Pão de Açúcar na vegetação.
Significado:
Mizaru (cobre os olhos) Kikazaru (tapa os ouvidos) e Iwazary (cobre a boca): não ouça o mal, não fale o mal e não veja o mal.
Saindo do mirante, decidimos continuar em frente pela Estrada das Paineiras. Estávamos meio inseguros, visto que Marcinha não lembrava exatamente onde sairíamos. Até este mirante ela lembrava-se bem!
Decidimos ir um pouco mais em frente. Conforme seguíamos, o caminho permanecia lindo, arborizado e com algumas placas... uma delas sinalizava um local chamado Vista Chinesa. Ela comentou que era um lugar muito lindo, que devíamos conhecer! Posteriormente descobri que todo este lugar faz parte do:
Parque Nacional da Tijuca: trata-se de uma unidade de conservação brasileira de proteção integral da natureza localizada
integralmente na cidade do Rio de Janeiro. Entre os pontos turísticos
do parque, trilha, gruta e cachoeiras,
encontram-se marcos famosos da cidade, como a Pedra da Gávea, o Corcovado, e o Pico da Tijuca,
ponto mais alto do parque, elevando-se 1.022 metros acima do nível do mar. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.
Vista Chinesa: é um mirante em estilo chinês localizado no bairro do Alto da Boa Vista, na cidade do Rio de Janeiro, que foi construído no ano de 1.903. É um importante ponto turístico localizado dentro da Floresta da Tijuca.
Vibramos muito, quando chegamos aqui. O lugar é fantástico e, desculpem minha ignorância, mas não sabia da existência dele... o pôr do sol aqui é simplesmente paradisíaco!
E hoje, como foi Marcinha que havia feito o almoço, decidimos fazer a janta. E o menu escolhido foi: Cachorrão! Contei com meus ajudantes Filipe e Gi, para preparar tudo que ficou uma delícia!
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DIA 13/02/2017 - segunda
Acordamos com mais um dia maravilhoso lá fora!
Ontem a noite compramos os ingressos para subir ao Cristo hoje, logo pela manhã. Decidimos subir às 09h00. No descritivo, havia algumas informação e umas delas alertava que devíamos comparecer com 30 minutos de antecedência, para retirar os bilhetes. Eu não lembro exatamente o porque, mas descemos para chamar o Uber às 08h25. Levou uns 05 minutos para o carro chegar... Era uma motorista mulher, a única que nos levou em todos os dias. Havia muito trânsito nessa hora. Pelo GPS do Uber dizia que chegaríamos na bilheteria às 08:56. Ficamos apavorados! Com os bilhetes comprados, se não chegássemos a tempo, perderíamos os R$ 210,00. A moça percebeu nossa preocupação e fez tudo que podia... suando frio, seguimos todos tentando não entrar em desespero total. Quando ela parou em frente a bilheteria, marcava 08:54. Saímos correndo do carro e fomos retirar os ingressos. Havia um senhor na nossa frente. Pedi a ele se poderia nos dar a vez, já que ele estava comprando para mais tarde... mas ele, de forma indiferente, não nos cedeu lugar. Aguardamos alguns minutos, pegamos nossos ingressos e as 08h58 chegamos na fila para o bondinho... daí para frente o nervosismo sumiu e cedeu lugar ao alívio e as risadas... foi por pouco!
Trem do corcovado + Cristo = R$ 70,00 * Comprar com antecedência *
(Hor. 08h00 as 19h00)
Trem do corcovado + Cristo = R$ 70,00 * Comprar com antecedência *
(Hor. 08h00 as 19h00)
Sentamos do lado esquerdo, na primeira cadeirinha... ficamos contentes que conseguimos sentar juntos, embora descobrimos no caminho que as paisagens magníficas estariam do lado direito...
O bondinho sobe bem lentamente... bem lento mesmo... num dado momento, olhei para a Gi e Filipe, com carinhas desanimadas, e disse: 'A subida é emocionante, né?' Foi só risada. Decidimos fazer uma foto que representasse nosso ânimo, na subida:
Bom, após uns 30 minutos, chegamos no ponto turístico mais famoso do Rio de Janeiro:
Cristo Redentor: é uma estátua art déco que retrata Jesus Cristo, localizada no topo do morro do Corcovado, a 709 metros acima do nível do mar, no Parque Nacional da Tijuca. Com vista para a maior parte da cidade do Rio de Janeiro, em 2007 foi eleito informalmente como uma das sete maravilhas do mundo moderno. Em 2012 a UNESCO considerou o Cristo Redentor como parte da paisagem do Rio de Janeiro incluída na lista de Patrimônio da Humanidade.
O monumento foi concebido pelo engenheiro brasileiro Heitor da Silva Costa e construído em
colaboração com o escultor francês Paul Landowski e com o engenheiro francês Albert Caquot, entre 1922
e 1931. Foi inaugurada no dia 12 de outubro de 1931, dia de Nossa Senhora Aparecida e
fica no bairro de Santa Teresa. Símbolo do cristianismo brasileiro, a estátua se tornou um
ícone do Rio de Janeiro e do Brasil. Em
2011, em uma pesquisa de opinião pela internet, o Cristo Redentor foi
considerado como o maior símbolo da América Latina.
Construído em concreto armado e pedra-sabão, tem
trinta metros de altura, sem contar os oito metros do pedestal, e seus braços
se esticam por 28 metros de largura. A
estátua pesa 1145 toneladas e é a terceira maior escultura de Cristo no
mundo, menor apenas que a Estátua de Cristo Rei de Swiebodzi na Polônia (a
maior escultura de Cristo no mundo) e a de Cristo de la Concodia na Bolívia (a
segunda maior escultura de Cristo no mundo).
É a primeira vez de Gi e Fi aqui em cima. Eles curtiram muito e, embora eu já tivesse vindo, é sempre uma emoção estar a essa altura e ver o Rio lá embaixo.
Pesquisamos algumas fotos na internet e tentamos reproduzir algumas que achamos criativas. Levamos muito tempo para conseguir os feitos abaixo, além de ter que deitar no chão para conseguir a maioria delas. Outro agravante é que este lugar é sempre lotado, o que significa risco de ser pisoteado. Apesar de tudo, curtimos os resultados:
E a famosa foto panorâmica, do Rio de Janeiro... que é lindo sim!
Descemos com a vista mais bonita, agora, do lado esquerdo. Mas já estávamos exaustos de fotos, por isso, apenas apreciamos a paisagem! Quando chegamos na parte de baixo, na estação, cogitamos ir de bike para o centro. Infelizmente havia apenas duas bikes disponíveis, na estação dali. Sem alternativa, chamamos mais um Uber. Seguimos para a Cinelândia, no restaurante Amarelinho. Sentamos com vista para o teatro. O garçom veio nos atender, olhando meio surpreso. Quando perguntamos sobre o bolinho de feijoada, que não poderia passar de hoje, ele nos disse que não tinha. Na sequencia, fechou o cardápio e deu um passo para trás, como se o atendimento tivesse acabado por ali. Olhamos uns para os outros e nos levantamos. Caminhamos alguns metros, em direção a praça. Comento com eles que não gostei da atitude dele, já que sequer tentou nos oferecer outra coisa, e os dois concordaram... Meio chateados, decidimos seguir em direção ao Real Gabinete de Leitura, localizada próximo a Praça Tiradentes. Passamos em alguns restaurantes e fomos perguntando pelo Bolinho de Feijoada... ou não tinham ou faziam cara de nunca ter ouvido falar... achamos isso muito estranho! Acabamos comendo um salgado em uma padaria, pois estávamos morrendo de fome! Enquanto estávamos ali, puxamos papo com o balconista. Uma moça que estava sentada ao nosso lado, ouviu a conversa sobre o tal bolinho de feijoada, e esclareceu algumas dúvidas: o bolinho é comum as sexta-feiras, normalmente se encontra em bares e é servido como aperitivo. Após um pouco de conversa, agradecemos sua explicação e seguimos para o:
Real Gabinete Português - Aberto ao público desde 1900, a biblioteca do Real
Gabinete possui a maior coleção de obras portuguesas fora de Portugal.
Entre os cerca de 350.000 volumes, nacionais e estrangeiros, encontram-se obras
raras como um exemplar da edição "princeps" de Os Lusíadas de
Camões (1572),
as Ordenações de D. Manuel (1521), um manuscrito da comédia "Tu, só tu, puro amor" de Machado de Assis, e muitas outras. Anualmente, recebe cerca de seis mil títulos
de Portugal. Recebe, em média, cento e cinquenta visitantes por dia.
Entre os seus visitantes ilustres, do passado, encontram-se os nomes de Machado de Assis, Olavo Bilac e João do Rio. O Real Gabinete edita a revista Convergência Lusíada (semestral)
e promove cursos sobre Literatura, Língua Portuguesa, História, Antropologia e Artes, destinados
principalmente a estudantes universitários.
Entrada Gratuita.
(Como estou voltando aqui, caso quiser saber mais detalhes, veja em minha outra página aqui no BLOG
Infelizmente, nesta data, a fachada estava sendo restaurada. Posto aqui a foto disponível no wikipedia.
Temos um amigo, bem gastronômico, que quando soube que estávamos no RJ, nos mandou a seguinte mensagem: Conhecem a Confeitaria Colombo? Isso gerou uma curiosidade grande, por isso, decidimos ir até lá e conferir. Infelizmente, eu tenho que assumir a nossa ignorância e dizer que não conhecíamos e nem tínhamos ouvido falar. Era pertinho de onde estávamos, por isso, caminhamos por algumas ruas comerciais e avistamos um pequeno tótem a certa distância. Eu, sinceramente, concluí que era uma pequena padaria com algumas opções de doces interessantes... mas...
Quando chegamos em frente fizemos exatamente o que a Gi está fazendo na foto abaixo: ficamos boquiabertos!
Confeitaria Colombo - Café francês, histórico, decorado com requinte da época, vitrais e espelho. Conta com menu de doces finos e chás. Fundada em 1894, a Confeitaria Colombo faz história no Rio de
Janeiro. Por mais de um século a Confeitaria Colombo é uma das mais
respeitadas casas comerciais do país. Hoje é patrimônio cultural e artístico da cidade. Não se pode contar sua
história sem associá-la a história urbana do Rio de
Janeiro.
Surpresos, fomos até o balcão apreciar o conteúdo.
Ali fomos gentilmente atendidos e orientados a seguir até uma pequena fila para sentar e fazer o pedido. Enquanto aguardávamos, começo observar os detalhes do prédio. Tem um teto magnífico!
Decidimos pedir dois doces cada um, já que custava em torno de R$ 10,00. Quando chegou, dividimos cada doce em três pequenas porções. Assim pudemos experimentar uns dos outros.
Estava tudo muito gostoso! O café, nos fez lembrar o que tomávamos em Portugal... que delícia! E outra coisa que vale a pena ser dita: o atendimento foi espetacular! Realmente, digno de um restaurante francês...
Após uns instantes ali, partimos já saudosos do momento e das sensações.
Seguimos tentando encontrar bikes, para voltar a Botafogo. Quando chegamos na primeira estação de bikes, Filipe e eu conseguimos liberar, mas a Gi não estava conseguindo. Seguimos pedalando, Gi e eu, enquanto Filipe ia caminhando próximo agente. Seguimos por mais duas estações, mas não haviam outras bikes. Por isso, deixamos as que havíamos retirado e chamamos um Uber, já que a hora passava depressa. Como chegamos um pouco mais cedo que o previsto, arrumamos nossas coisas para partir e comento com a Gi: 'Sabemos que o tal bolinho existe e temos certeza que tem em um lugar: Terra Brasilis,'... um restaurante de alto padrão (ou seja, caro!) localizado na Urca, Baía de Guanabara e de frente para um dos mais famosos cartão postal do Rio: Pão de Açúcar. Como ela queria muito experimentar, decidimos partir para lá.
Saímos do apto da Marcinha umas 15h30. Nosso voo estava previsto para as 18h00, ou seja, tínhamos que estar lá para fazer o chek in as 17h00. Não queria passar pelo que passamos hoje cedo, naquela correria. Combinamos que entraríamos no restaurante, comeríamos e sairíamos correndo dali. Chamamos mais um Uber mas, desta vez, ele saiu todo perdido. Perdeu a entrada da Urca da primeira vez e quase pela segunda vez. Se não fosse eu dizer a ele, onde devia entrar, tínhamos nos atrasado mais ainda. Para nosso infortúnio, havia um inseto tipo marimbondo, dentro do carro e acabou picando a Gi. Depois do ocorrido, perdemos o inseto de vista, embora soubéssemos que permanecia dentro do carro. Além destes estresses, havia um cheiro insuportável de gás dentro do carro. Perguntamos a razão e senhor nos disse que havia instalado há poucos dias... talvez precisasse de um pequeno reparo. Quando chegamos no restaurante, nosso humor não era dos melhores... ainda assim, tentamos relaxar e curtir.
Entramos, sentamos e pedimos. Ficamos felizes demais quando o garçom confirmou que tinha o tal bolinho... alertamos a ele que tínhamos muita pressa, por isso, ele agilizou e nos trouxe em menos de 15 minutos.
O bolinho é muito especial! Valeu a pena o esforço para conseguir experimentá-lo. O molho de pimenta é igualmente delicioso e o atendimento do local um espetáculo! Eu já tinha tido oportunidade de almoçar aqui e meus dois fiéis escudeiros curtiram muito também! Gastamos R$ 50,00 em 4 bolinhos e 3 chopp. Eles trouxeram gelo para Gi colocar no local onde havia sido picada, o que aliviou bastante o incomodo.
Os dias aqui foram incríveis! Tudo deu certo e ocorreu da melhor forma. Meu único sentimento era de saciedade, amizade e tranquilidade. E, mais uma vez, comprovamos que o melhor da vida ainda são as experiências que vivemos ao lado de pessoas especiais!
Obrigada Vida!
VOLTA
- Voo 13/02 - saída galeão 18h10 - chegada viracopos 19h25
- Ônibus azul - 21h45 - chegada 22h55
Gasto estimado da viagem - R$ 800,00 por pessoa, com passagens, ingressos, comidas e uber.
** Não tivemos gastos com hospedagem**
Fonte:
Wikipedia
http://oglobo.globo.com/rio/maior-pintura-em-mural-do-mundo-inaugurada-no-boulevard-olimpico-19819307
http://www.casadoalemao.com.br/site/historia.html
http://www.confeitariacolombo.com.br/#historia